Mariano Polimeno: “Tudo o que vi e provei em Medjugorje”

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Mariano Fernando Polimeno em Medjugorje

Vivi uma experiência inesquecível tocando com o espírito o amor imenso de Maria e de Nosso Senhor. De crente, pouco praticante, de pecador comum, desejei fortemente tocar o solo sagrado de Medjugorje. Desejei fazê-lo há tempos, desde 2012, um ano que desejo esquecer pois mudou a minha vida pois fui operado das cordas vocais… uma cirurgia delicada mas graças a Deus foi bem sucedida apesar de minha voz ter mudado… e também a minha vida na sua essência.

Continuo ainda a ensinar graças a minha força de vontade e a paixão pelo ensino. Mas naqueles momentos a imagem de Jesus Misericordioso e de Nossa Senhora foram o meu conforto e sustento. Depois da cirurgia surgiu o grande desejo de visitar Medjugorje… sentia que deveria fazê-lo. Esperei três anos.. e em uma boa ocasião estive com amigos que já vão a anos. Não pedi nada a Maria, somente agradeci.

Senti que era chegada a hora de fazer esta viagem. Não me arrependo de ter ido. Bendito seja o Senhor e a Sua grande Mãe pelo que me fizeram viver e sentir nestes dias em Medjugorje. Um bem-estar imediato, um sentimento de proteção nunca provado antes, uma paz interior devastadora. Não é simples nem mesmo para alguém que procura no dicionário todos os dias para encontrar as palavras certas para melhor fazer vocês, meus amigos, compreender o quanto de paz e amor eu provei. Ninguém me falava ou me condicionava sobre estas histórias…. tudo acontecia por si, espontâneamente no silêncio da contemplação. Sensações belíssimas provei já no primeiro contato com a estátua de Nossa Senhora na praça da igreja de São Tiago, uma imagem encantadora, fascinante. Coloquei-me ao seu lado e senti o seu abraço… Ela nos chama e nos acolhe nos abraçando e nos tira todo o temor e medo. Em seguida, grandes caminhadas, não é de todo simples de realizar, mas viável com o poder da fé e com o apoio da grande Mãe … A caminhada com os pés descalços que me levou até o topo da colina das aparições onde estava a estátua da Virgem Branca que com grande amor acolhia os Seus filhos. E o que dizer da grande emoção provada ao agarrar-me a Jesus ao pé da cruz, logo ali a dois passos da Mãe. Lá eu não compreendi mais nada, um abraço em silêncio, de olhos fechados ……… ..

Estava agarrado aos pés do meu Jesus. O que frequentemente se esquece de honrar e procura-se por coisas vãs e inúteis. Ali não, ali algo me chamava a Ele, ali desaparecem toda a hesitação e o medo e abracei Jesus fortemente sentindo a maior proteção possível. Permaneceria agarrado se não tivesse que dar espaço a outras pessoas. Acreditem amigos meus é uma sensação que vocês devem provar. Depois subimos a montanha do Krizevac, interminável… tantas meditações, tantas, inevitáveis e espontâneas. As borboletas em meus pés, trouxeram muitas emoções. Estávamos reunidos na colina das aparições e estávamos rezando o terço quando esta borboleta começou a voar em torno de mim e pousar no meu pé…. fiquei muito emocionado…

No primeiro dia ao pisar no solo sagrado superei um peso que há muito tempo levava comigo, a confissão. Tinha abandonado este sacramento a 40 anos.

Desejo concluir esta minha reflexão com a grande alegria de conviver tudo com milhares de jovens vindos de todo lugar, jovens que rezavam, cantavam e dançavam. Os jovens divertiam-se sem recorrerem ilusões falsas, que não necessitam de álcool e de drogas, jovens que sabem estender a mão e sabem sorrir. Foi estupendo viver tudo isto e é inútil negar que se retorna diferente, mais alegre e positivo mas também consciente que é difícil começar e que você se sente pronto para a batalha e para ajudar a todos os outros que estão distantes de Deus.

Um coração triste não pode ver Deus, nem sentir a asa protetora de Nossa Senhora… É necessário reagir, combater, rezar a fim de que o mal não vença e é necessário rezar diariamente, trazer um sorriso no coração de todos porque somente deste modo o mundo pode voltar a sorrir. Ao passar os dias, ao retornar a minha casa em Gallipoli, Puglia, Itália eu continuo a sentir aquela sensação maravilhosa do abraço materno que desceu do alto e o meu coração ainda alegre, uma alegria incomparável que me vaz caminhar quase elevado da terra. Nos sentimos calmos, desejamos dar amor aos outros, transmitir positividade e qualquer um que me encontre vê nos meus olhos uma luz nova e permanece atraído pelo que digo.

Eu fui a Medjugorje não pedir milagres ou algo assim, mas apenas para agradecer e receber força, revigorar a minha fé e voltei agradavelmente transformado e com um grande desejo de voltar. Com a oração Deus e Nossa Senhora nos ajudarão em tudo neste caminho terreno.

Traduzido do italiano por Gabriel Paulino – fundador do portal Medjugorje Brasil – http://www.medjugorjebrasil.com.br

Fonte da matéria  http://medjugorjetuttiigiorni.blogspot.com.br/2016/08/la-mia-testimonianza-su-quello-che-ho.html

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