EM MEDJUGORJE DEIXEI O OCULTISMO E O VÍCIO EM JOGOS

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Tempo de leitura: 3 minutos

Matéria original: https://medjugorjetuttiigiorni.blogspot.com/2014/12/davanti-alla-statua-cominciai-stare.html?m=1

Tinha 20 anos, vivia em um ambiente cristão mas sem Cristo no coração. Movido por um sentimento de inferioridade devido às murmurações, procurei uma desculpa nos livros de psicologia, de hipnose, de ocultismo. Depois, pelo desejo de possuir algum poder psíquico que me pudesse tirar deste sentimento de inferioridade, entrei nas filosofias orientais “libertadoras”. Ninguém tinha me dito que somente Deus “cura todas as suas doenças, te salva da fossa da sua vida e sacia de bens os seus dias” enquanto você “renova a sua juventude como a águia” (salmo 103)

Sempre a procura de algo prático, acreditava ter encontrado a minha identidade em uma comunidade inspirada em filosofia tântrica. Por isto deixei tudo, até mesmo o negócio de venda de alimentos. Acreditava no guru Shree Anandamurti que era prisioneiro na Índia, que ele era o guru dos últimos tempos. Assim a leitura constante dos de Bhagwan Shree Rajneesh e de outros autores por dois anos mudaram completamente a minha cabeça e me fizeram perder a fé católica e em seguida me aproximei dos livros de RA e também perdi a fé na existência de Deus e da vida após a morte.

Trabalhava totalmente para eles, ocupado em um negócio de produtos naturais. Os hospedava para nossos retiros duas vezes ao ano em conventos católicos ! Tinha desejo da morte e angústia pela transitoriedade da vida, abandonei meus hobbies e minha máquina fotográfica para anular-me: queria tornar-me um monge zen, outra filosofia oriental próxima ao budismo.

Mas minha mãe velava sobre mim e me fez encontrar um grupo carismático e depois.. um livro sobre Medjugorje. Queria demonstrar para a minha mãe e para mim mesmo que tudo era uma mentira. Então fui convencido a ir até Medjugorje para satisfazer uma vaga curiosidade. Era a vigília de Natal de 1984. Diante de uma estátua na capela das aparições comecei a passar mal no meio da multidão; não queria nem sentar-me nem ajoelhar-me. Resisti e murmurei: “Se é o Senhor, me perdoa e me ajuda !” e o mal desapareceu. Durante a missa em italiano sentia um grande desejo de receber a Comunhão mas me sentia um peixe fora d´água. Assim que a Missa terminou procurei um padre para me confessar, me senti liberto e na vigília de Natal recebi Jesus.

No dia seguinte ouvi uma voz: “Você não é digno, mas te desejo !!!”. Comecei a receber a Eucaristia todos os dias. Ao voltar para casa me decidi romper com as filosofias, e não gastar milhares de liras italianas na loteria e nas apostas de futebol. Ia gastar 10.000 liras italianas no máximo. Depois senti que não podia mais. Foi uma nova e forte decisão. Somente a Eucaristia diária pode me ajudar a mudar a mentalidade, a doutrinação daquelas filosofias; a Graça Divina vence qualquer condicionamento mental.

Agora retornei ao meu negócio de venda de verduras, frequento duas vezes na semana um grupo de oração para homens. Do sentimento de inferioridade não tenho mais nenhum traço. Somente paz. A oração preenche a minha jornada diária. Rezo e sofro pelos homens. Aguardo somente as orientações do Senhora para meu futuro mas não tenho nenhum outro desejo.

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